quinta-feira, 14 de maio de 2020

Distribuição de novo lote de testes rápidos para coronavírus a municípios começa na quinta


Exame fornece resultado em 15 minutos - Foto: Ascom SES
A distribuição do novo lote de 135 mil testes rápidos para detecção de anticorpos do coronavírus começa na quinta-feira (14/5). O governo do Estado remeterá o material para todas as cidades do Rio Grande Sul, de acordo com critérios populacionais e epidemiológicos. Com essa leva, chega a mais de 243 mil o total de exames desse tipo já distribuídos por meio da Secretaria da Saúde.
Essa quantidade permitirá a ampliação das pessoas testadas. O coordenador do Centro de Operações de Emergência da Secretaria de Saúde, Marcelo Vallandro, destaca que agora serão testadas, desde que estejam com sintomas, pessoas com mais de 50 anos e profissionais que trabalhem com transporte de cargas ou coletivo de passageiros. Também passam a ser testados pessoas que residam com quem teve confirmação laboratorial para Covid-19 (contactantes domiciliares), incluindo as situações quando se identifica um caso em instituições de longa permanência de idosos (ILPI).
Foi garantido o número de ao menos uma caixa por município, além de um estoque de mais 26 mil testes nas 19 Coordenadorias Regionais de Saúde (para uso em situações estratégicas como surtos e óbitos acima da demanda, entre outras circunstâncias especiais). Também foi reservada uma cota de testes para uso na pesquisa de amostragem da população pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e para a área da Segurança Pública estadual.
Critérios para a distribuição aos municípios das 5.467 caixas com os testes (cada uma com 20 unidades):
• Quantidade de profissionais da saúde
• População acima de 50 anos
• Municípios com casos confirmados para Covid-19
• Municípios com novos casos confirmados para Covid-19 que não haviam recebido caixas por esse critério nas remessas anteriores
• Número de leitos para atendimento a síndromes gripais

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Covid-19

Pesquisa estima que há mais de 24,8 mil infectados por coronavírus no RS

Resultado indica um caso da doença para cada 454 habitantes – na rodada anterior, era um a cada 769
Publicação: 
Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini
Um total de 24.860 pessoas já pode ter sido infectado por coronavírus no Rio Grande do Sul – número nove vezes maior do que mostram os dados oficiais. É o que indica a terceira etapa da pesquisa de prevalência da população divulgada nesta quarta-feira (13/5) pelo governo do Estado e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Na fase anterior, há duas semanas, o levantamento apontava para 15 mil infectados. Na primeira, eram 5,6 mil.
“Os dados que temos dessa pesquisa, que mostram as condições atuais e a velocidade de propagação do vírus, são muito importantes porque fazem parte dos parâmetros que utilizamos para o Distanciamento Controlado, um modelo complexo que utiliza diversos critérios e indicadores, o que nos ajuda a traçar as melhores estratégias”, destacou o governador Eduardo Leite durante a divulgação dos dados em transmissão ao vivo pelas redes.
Prevalência slide 2
Dos 4,5 mil testes rápidos aplicados entre os dias 9 e 11 de maio, 10 pessoas testaram positivo. Destas, quatro foram em Passo Fundo, município que vem apresentando números de casos e mortes elevados nas estatísticas oficiais. Os outros foram em Ijuí (2), Caxias do Sul (1), Pelotas (1), Porto Alegre (1) e Santa Cruz do Sul (1). Completam a lista de cidades onde a pesquisa foi feita Canoas, Santa Maria e Uruguaiana. Juntos, os nove municípios representam 31% da população gaúcha.
Prevalência slide 1
Na fase anterior, houve seis testes positivos e, na primeira, dois. Isso mostra um aumento progressivo no número de casos, mas em progressão aritmética, e não geométrica – como tem acontecido no Brasil e como foi nos países com os piores cenários.
“Importante salientar que temos, a cada pesquisa, uma fotografia, e o conjunto de fotografias começa a formar um filme. Com isso, na medida em que temos novas rodadas de resultados, podemos observar uma tendência sobre o comportamento do coronavírus no nosso Estado. E é muito positivo ver que não está acontecendo o movimento exponencial. É uma boa demonstração de controle até aqui no Rio Grande do Sul, o que se associa a outros indicadores, como o movimento das internações hospitalares, que não tem atingido picos”, pontuou o governador.
A terceira rodada do estudo de Epidemiologia da Covid-19 no RS (Epicovid19) detectou anticorpos em 0,22% do total de pessoas testadas. Na etapa anterior, esse índice foi de 0,13%, e no primeiro levantamento, há um mês, de 0,05%.
Os novos dados, portanto, estimam que haja um infectado a cada 454 gaúchos – na testagem anterior, era um caso positivo a cada 769 pessoas; na primeira, um a cada 2 mil.
“Os casos notificados representam apenas uma parcela do total, confirmando a nossa teoria do iceberg de que existe uma parte visível, representada pelas estatísticas oficiais, e uma parte submersa, que precisa ser conhecida para que sejam tomadas as melhores decisões para o seu enfrentamento”, lembrou o reitor da UFPel e coordenador da pesquisa, Pedro Hallal.
Se por um lado a prevalência de pessoas com anticorpos aumentou, por outro, o número de subnotificações reduziu. Nesta última rodada, a pesquisa estimou que, para cada caso notificado, haveria nove subnotificados. Na fase anterior, foram apontadas 12 subnotificações. Pela margem de erro, esse número pode variar entre quatro e 16.
Distanciamento social
O aumento da prevalência de pessoas com anticorpos no Estado veio acompanhado de uma diminuição do número de pessoas que respeitam as orientações de distanciamento social. Entre a primeira etapa e a última da pesquisa, o percentual da população que relatou sair de casa diariamente aumentou de 20,6% para 30,4%. Entretanto, em relação à segunda rodada, subiu de 28,3% para 30,4%, percentual considerado estável.
Com a nova política de Distanciamento Controlado, que passou a valer em todo o território do Estado após a última testagem, na segunda-feira (11/5), segmentando por região e setor as medidas, o governo espera ter um equilíbrio entre a preservação da vida e a atividade econômica, com restrições no local, no momento e na proporção que forem necessárias.
“Quero reforçar duas palavras: inovação e transparência. O governo do Rio Grande do Sul criou o Gabinete de Crise e uma série de comitês para melhor se informar e tomar decisões orientadas no que de melhor a ciência pode produzir. Todos os dados em que nos baseamos são divulgados de forma muito transparente. Além disso, o Estado é o único lugar no mundo onde há três rodadas de uma pesquisa com base amostral em que se consegue acompanhar e controlar de que forma caminha esse vírus”, afirmou a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos.
Letalidade maior
A pesquisa trouxe, pela segunda vez, a estimativa de letalidade. Se o cálculo for baseado nos casos notificados – 105 óbitos e 2.576 casos confirmados no dia 10 de maio –, a letalidade estimada seria de 4%. Isso significa que, a cada cem pessoas que contraírem o vírus, quatro morreriam por conta da Covid-19.
Quando o cálculo leva em consideração o total de casos estimado pela pesquisa de prevalência (24.860) e o número de óbitos confirmados (105), a estimativa de letalidade cai para 0,42%. Ou seja, seriam quatro mortes a cada mil infectados por coronavírus.
No resultado da rodada anterior de testes, a letalidade era menor: 3,6% levando em conta apenas casos confirmados e de 0,33% quando considerada a estimativa de infectados apontada pela pesquisa.

Sintomas mais comuns
Pela primeira vez, a pesquisa Epicovid19 divulgou resultados sobre os sintomas mais relatados pelas 18 pessoas que foram confirmadas com anticorpos nas três fases. O campeão foi dor de garganta (presente em 22% dos casos), seguido por tosse, diarreia e alterações de olfato/paladar (17%), dificuldade para respirar (11%) e, por último, febre (6%).

Novas rodadas no RS e início no Brasil
Ainda em andamento, o estudo Epicovid19 deve realizar pelo menos mais duas rodadas de testes e entrevistas. A próxima está prevista para os dias 23, 24 e 25 de maio. A seguinte ainda não tem data confirmada.
Os dados obtidos no atual estágio da pandemia são similares aos coletados em outros países, como Áustria (0,3% da população estaria infectada) e Islândia (0,6%), e se referem exclusivamente ao Rio Grande do Sul, mas o Epicovid19 também será replicado no Brasil inteiro.
A primeira fase do estudo nacional vai a campo na quinta-feira (14/5). A previsão é coletar amostras em 133 cidades em todos os Estados, realizando mais de 33 mil testes em cada uma das três fases, intercaladas por duas semanas, totalizando quase 100 mil pessoas.
O Epicovid19 é coordenado pelo governo do Rio Grande do Sul e pela UFPel, mobilizando uma rede de 12 universidades federais e privadas: Imed Passo Fundo, Universidade de Caxias do Sul (UCS), Universidade de Passo Fundo (UPF), Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade La Salle (Unilasalle-Canoas) e Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí).
O estudo tem um custo estimado em R$ 1,5 milhão e apoio da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital gaúcha, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro.

Texto: Vanessa Kannenberg

Edição: Vitor Necchi/Secom

terça-feira, 5 de maio de 2020

𝐑𝐞𝐠𝐢ã𝐨 𝐂𝐚𝐫𝐛𝐨𝐧í𝐟𝐞𝐫𝐚 𝐩𝐞𝐝𝐞 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐨 𝐝𝐨 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐡𝐨𝐬𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐒ã𝐨 𝐉𝐞𝐫ô𝐧𝐢𝐦𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚 𝐨 𝐜𝐨𝐫𝐨𝐧𝐚𝐯í𝐫𝐮𝐬

Instituição precisa de R$ 4,2 milhões para instalar 10 leitos de UTI e 40 leitos de isolamento

Referência para nove municípios da Região Carbonífera, o Hospital de Caridade São Jerônimo não está preparado para um possível avanço do novo coronavírus. A instituição não possui leitos de UTI, nem respiradores, estruturas fundamentais para a sobrevida de pacientes graves com a covid-19. Diante do aumento de casos da doença no interior do Estado, prefeitos encaminharam um ofício ao governador Eduardo Leite pedindo apoio ao hospital.

No documento, enviado esta segunda-feira (4) ao Executivo, a Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Asmurc) aponta que são precisos R$ 4,2 milhões para dotar a instituição de 10 leitos de UTI e 40 leitos de isolamento. "Até agora, nenhum centavo do Estado foi destinado ao hospital. E os valores estão completamente longe daquilo que podemos oferecer", afirma Miguel Almeida, presidente da entidade e prefeito de Minas do Leão.

Até o momento, foram confirmados 13 casos de covid-19 na região. Numa situação de gravidade, os pacientes precisariam se deslocar até Porto Alegre. "Dependendo do aumento da pandemia, quem tiver de ir à capital talvez não consiga atendimento. Temos de garantir uma estrutura adequada à comunidade aqui perto", ressalta Miguel.

Os prefeitos sugerem a utilização dos recursos previstos pelo Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, aprovado no sábado (2) pelo Senado. Os municípios da região concordam, inclusive, em abrir mão de parte do valor devido na saúde, desde que tais verbas sejam destinadas ao hospital – em comum acordo com o Estado.

"Temos buscado contribuir como podemos, mas nossos recursos são ainda mais limitados, diante da queda da arrecadação. Esperamos que o governador tenha compreensão e solidariedade neste momento, para uma situação de gravidade caso haja um surto por aqui", completa Miguel Almeida.

De acordo com o Hospital de Caridade São Jerônimo, são necessários cerca de R$ 1,98 milhão para os 10 leitos de UTI, além de R$ 2,25 milhões para 40 leitos de isolamento. Fundada em 1952, a instituição possui estrutura de média complexidade para atendimento clínico, cirurgias e emergências.

Antonio Felipe Purcino
Jornalista

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Minas do Leão cria fundo para combater coronavírus a partir da redução de salários

Formato inédito no estado reunirá recursos para ações de saúde e assistência social

Foi aprovado pela Câmara de Vereadores o projeto da Prefeitura de Minas do Leão que cria um fundo municipal para custear ações de combate à Covid-19. Com isso, parte dos salários do Executivo será doada para investimento exclusivamente nas áreas de saúde e assistência social ligadas à pandemia.

A proposta, que tem formato inédito no Estado, já foi sancionada pelo prefeito Miguel Almeida, e sugere que o gestor municipal, vice-prefeito, secretários e detentores de cargos em comissão e funções gratificadas doem parcela de seus vencimentos ao fundo. A Secretaria de Finanças verificará o percentual de queda da arrecadação municipal, dado que será a base para as doações.

"Não podemos obrigar ninguém a doar, nem baixar salários. Por isso, criamos uma forma de unificação percentual, a partir da qual todos podem fazer o depósito diretamente para o fundo. Se a arrecadação cair 10% de um mês para o outro, por exemplo, vamos sugerir um repasse de 10% do salário. Mas, claro, todos são livres para doar mais do que isso", afirma o prefeito. "Nesse momento em que todos estamos perdendo, trabalhadores e empresários, o setor público também tem de dar sua cota de sacrifício", ressalta Miguel.

O fundo também será composto de doações de outros poderes, organizações da sociedade civil, empresas e moradores do município. Nos primeiros dias, já recebeu R$ 18,6 mil do Judiciário e R$ 10 mil da Câmara de Vereadores. Os recursos serão utilizados em iniciativas como a compra de alimentos e produtos de higiene para as famílias em vulnerabilidade social, além da aquisição de testes rápidos para diagnóstico da Covid-19. A Prefeitura fará uma prestação de contas mensal sobre os valores arrecadados e em quais ações foram empregados.

ServiçoAs doações podem ser feitas na seguinte conta:
Banco: Banrisul
Agência: 0786
Conta corrente: 04.009629.0-5.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Minas do Leão

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Covid-19

Apenados da Penitenciária de Arroio dos Ratos produzem 800 máscaras de proteção por dia 


A linha de produção é formada pela mão de obra de 11 apenados. Foto de Divulgação Susepe

A mão de obra prisional da Penitenciária Estadual de Arroio dos Ratos está voltada para ações que auxiliem no combate à Covid-19. Desde a semana passada, 11 apenados estão trabalhando na confecção de máscaras de proteção. A produção chega a 800 máscaras por dia, e o projeto prevê a confecção inicial de 30 mil equipamentos, que serão destinados a servidores penitenciários, hospitais, profissionais de saúde e agentes de outras instituições de segurança da Região Carbonífera.

A estrutura contempla uma linha de produção, em que os apenados se dividem para a realização de molde, corte, costura, montagem e embalagem. As máscaras são confeccionadas conforme o padrão estabelecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A motivação para o desenvolvimento desse projeto se deu a partir da alta demanda por esse equipamento de proteção tanto pelos servidores penitenciários quanto pelos profissionais da saúde, combinada à pouca oferta do produto. A iniciativa partiu da direção da casa prisional e conta com a participação do Setor Técnico e da Atividade de Segurança e Disciplina, além da cooperação dos servidores do estabelecimento.

A formação de uma rede de colaboradores também foi fundamental para a viabilização desse trabalho prisional. O Conselho da Comunidade de Arroio dos Ratos forneceu a capacitação dos apenados, e três voluntárias seguem fazendo o acompanhamento do trabalho. As seis máquinas de costura que já estão em funcionamento foram doadas por meio da Capelania Prisional da Igreja Assembleia de Deus - Ministério da Restauração. O projeto também contou com a participação do Judiciário, pois a Vara de Execuções Criminais da Comarca de Butiá destinou o valor de R$ 7.679,00 para a compra de TNT, elástico, linhas e embalagens. Além disso, os Departamentos Administrativos da Seapen e da Susepe disponibilizaram o tecido filtrante.
“A partir da integração dos diversos órgãos que compõem a execução penal, conseguimos demonstrar nosso compromisso institucional com o tratamento penal. O trabalho de confecção de máscaras promove o trabalho e a inclusão social dos apenados, além de contribuir com a sociedade neste momento de enfrentamento à pandemia”, ressalta o diretor da Penitenciária de Arroio dos Ratos, José Giovani Rodrigues de Souza.

Após o treinamento, os internos receberam camiseta e crachás padronizados com a denominação do projeto “Máscaras Respiratórias”, como forma de se sentirem parte do processo. A previsão é de que, nos próximos dias, a produção possa chegar a mil máscaras por dia, a partir do treinamento de mais quatro apenados e da chegada de mais duas máquinas de costura.

Além da Penitenciária de Arroio dos Ratos, outras 22 casas prisionais do Estado estão produzindo máscaras de proteção desde o início da pandemia. As oficinas de confecção do equipamento estão sendo abertas gradativamente, e a estimativa é de que 100 mil máscaras sejam produzidas por apenados gaúchos.

                                                                                                                  Seapen/Susepe divulgação

terça-feira, 28 de abril de 2020

São Jerônimo

MUNICÍPIO DECRETA USO OBRIGATÓRIO DE MÁSCARAS

O Governo Municipal de São Jerônimo decretou nesta terça, 28, o uso obrigatório de máscara facial de tecido ou TNT por toda a população do município, durante o deslocamento de pessoas em qualquer situação, em ambiente público ou locais privados de circulação pública e para o atendimento em estabelecimentos com funcionamento autorizado, nos meios de transporte público ou privado de passageiros e no desempenho de atividades laborais em ambientes compartilhados, nos setores público e privado.
Os estabelecimentos com funcionamento autorizado não poderão permitir o ingresso ou a permanência de clientes, consumidores ou frequentadores sem máscaras, podendo fornecer-lhes as máscaras para uso no estabelecimento.

MÁSCARA
a) A máscara deverá ser usada de maneira correta, devendo ser trocada sempre que apresentar sujidades ou umidade; ou conforme especificação técnica;
b) A máscara de tecido deverá ser higienizada (lavada e passada) a cada uso;
c) A máscara de TNT deverá ser desprezada após o uso;
d) Antes de colocar, manusear ou retirar a máscara deve ser realizada a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel 70%.
e) A máscara não deve ser tocada sem a devida higienização

INFRAÇÃO
A pessoa física que não usar máscara está sujeita ao pagamento de multa no valor de R$ 100,00 (cem reais). A empresa que deixar de executar, dificultar ou opor-se à execução de medidas que visem à proteção e manutenção da saúde, da higiene e da vida humana, a multa será de R$ 3.000,00 (três mil reais). Os valores das multas serão aplicados em dobro, no caso de reincidência.
A aplicação da penalidade terá vigência a partir de 01.05.2020, sendo que até esta data deverá ser feita a orientação do uso pela Fiscalização Municipal e Secretaria Municipal de Saúde.

SINTOMAS EM CASOS MENOS GRAVES:
- Febre e dificuldade para respirar

SINTOMAS EM CASOS MAIS GRAVES:
- Síndrome respiratória aguda grave
- Insuficiência renal

PROPAGAÇÃO DO VÍRUS
- Pelo ar, através de tosses e espirros.
- Gotículas de saliva e catarro
- Contato pessoal
- Contato com objetos e superfícies contaminadas

PREVENÇÃO:
- Limpar objetos e superfícies tocados frequentemente com água e sabão, álcool 70%, álcool em gel.
- Evitar tocar nariz, olhos e boca.
- Manter distância (1m) de pessoas doentes
- Lavar as mãos
- Cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar

segunda-feira, 27 de abril de 2020

CHARQUEADAS
𝐍𝐎𝐕𝐎 𝐃𝐄𝐂𝐑𝐄𝐓𝐎 𝐌𝐔𝐍𝐈𝐂𝐈𝐏𝐀𝐋 𝐅𝐋𝐄𝐗𝐈𝐁𝐈𝐋𝐈𝐙𝐀 𝐀𝐁𝐄𝐑𝐓𝐔𝐑𝐀 𝐃𝐄 𝐂𝐎𝐌É𝐑𝐂𝐈𝐎𝐒
Nesta segunda-feira (27), o prefeito municipal assinou decreto que flexibiliza abertura de comércios considerado não essenciais, como academias, lojas de vestimentas, prestadoras de serviços,hotéis e vendedores ambulantes, desde que observadas as medidas de higiene e limitação de pessoas.
Permanecem suspensas o transporte coletivo e as aulas, cursos e treinamentos da rede pública municipal, bem como o funcionamento de casas noturnas e clubes.